A TCR, que intermedeia operações com o dólar digital USDT para clientes corporativos, protocolou no Banco Central, segundo o BitNotícias e o Blocknews, o pedido de autorização como sociedade prestadora de serviços de ativos virtuais na modalidade de intermediária, que inclui a negociação de stablecoins e não abrange a custódia. O pedido entra no prazo da Resolução BCB 520: as prestadoras em atividade têm até esta sexta-feira, 30 de outubro, para protocolar a primeira fase do pedido (art. 88).
Até o fim da quinta-feira, 29, o monitor de protocolos da consultoria Cainvest contava 40 pedidos, segundo o BitNotícias e o Blocknews. Entre eles estão o da B3, que busca as modalidades de intermediária e custodiante, o do Bradesco, para intermediação e custódia, e o da Foxbit, protocolado em 29 de outubro. Na coletiva do Relatório de Estabilidade Financeira, em 27 de outubro, o diretor Ailton de Aquino havia falado em cerca de 20 pedidos e expectativa de perto de 40. O BC não divulga uma lista consolidada dos protocolos.
A empresa que não protocolar até hoje terá de encerrar as atividades no país. A partir de 6 de novembro, pela redação que a Resolução BCB 589 deu ao art. 91 da Resolução 520, as instituições autorizadas pelo BC ficam proibidas de operar com prestadoras de ativos virtuais não autorizadas. O detalhamento do prazo está na nota de ontem.